O caminho do Engolo
Um jogo tradicional de pontapés e arte marcial do sul de Angola, visto pelos historiadores como uma das raízes africanas da capoeira.
O guia completo desta arte está a ser escrito.
AprenderEngolo and Okuimuna · Angolan Games 2018Perninha Abadá-Capoeira
AprenderEngolo in 2 MinutesUp4EducationUm jogo tradicional de pontapés e arte marcial do sul de Angola, visto pelos historiadores como uma das raízes africanas da capoeira.
O guia completo desta arte está a ser escrito.
O engolo é um jogo de pontapés e uma tradição de combate dos povos pastores do sul de Angola. Os jogadores dão pontapés, rasteiras e fazem o pino, muitas vezes ao som de música, de uma forma muito parecida com a capoeira.
Historiadores como Matthias Röhrig Assunção e T. J. Desch-Obi veem o engolo como uma das raízes africanas da capoeira brasileira, trazida por angolanos escravizados.
A ligação à capoeira foi divulgada primeiro pelo pintor luso-angolano Albano Neves e Sousa, que descreveu o "n’golo" entre povos do sul de Angola em meados do século XX. Mais tarde, o historiador T. J. Desch-Obi estudou o engolo no terreno e situou-o numa família mais vasta de jogos de combate angolanos.
Fontes: Matthias Röhrig Assunção, "Capoeira: The History of an Afro-Brazilian Martial Art" · T. J. Desch-Obi, "Fighting for Honor: The History of African Martial Art Traditions in the Atlantic World" (2008)
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MartialArtsNomad.com · CC BY 2.0 · Wikimedia Commonscapoeira pantsEscolhas na AmazonVer na Amazon →
Tom Woodward from Richmond, VA, US · CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commonsafrican history bookEscolhas na AmazonVer na Amazon →Engolo is a kicking game and fighting tradition of the herding peoples of southern Angola. Players kick, sweep and do handstands, often to music, in a way that strongly resembles capoeira.
Historians such as Matthias Röhrig Assunção and T. J. Desch-Obi see engolo as one of the African roots of Brazilian capoeira, brought by enslaved Angolans.
The link with capoeira was first popularised by the Angolan-Portuguese painter Albano Neves e Sousa, who described "n’golo" among peoples of southern Angola in the mid-20th century. Later, historian T. J. Desch-Obi studied engolo in fieldwork and placed it within a wider family of Angolan fighting games.